Entrevistados do Flow Podcast pedem para tirar entrevistas do ar após fala de Monark sobre nazismo | Pop & Arte

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Lucas Silveira, da banda Fresno, Tico Santta Cruz, do Detonautas, Sidoka , Lito Sousa, do Aviões e Músicas, e Iberê Thenório, do Manual do Mundo, estão entre as os entrevistados do Flow Podcast que se manifestaram depois de Monark ter defendido a existência de um partido nazista na edição do podcast desta segunda (7).

Os convidados pedem que os vídeos que participam sejam excluídos do canal no YouTube.

Criado por Monark e por Igor Coelho (Igor 3K), o Flow é um dos podcasts com maior audiência do Brasil e tem 3,6 milhões de inscritos só no YouTube. O podcast já perdeu patrocinadores, e em 2021 Monark foi muito criticado depois de ter questionado no Twitter se “ter opinião racista é crime”.

Quem é Monark? Veja perfil do apresentador que fez comentário polêmico sobre nazismo

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Monark pediu desculpas após a repercussão negativa nas redes sociais e disse que estava bêbado ao fazer o comentário.

O apresentador também foi criticado por comunidades judaicas, e o podcast já perdeu ao menos quatro patrocinadores após a fala.

O mágico profissional Felipe Barbieri, o jornalista Benjamin Back e o criador do canal Ciência Todo Dia Pedro Loss também pediram a exclusão dos vídeos em que participam.

O comentário de Monark, foi feito na edição desta segunda-feira (7) do podcast, da qual participavam Kim Kataguiri (Podemos) e Tabata Amaral (PSB).

“A esquerda radical tem muito mais espaço do que a direita radical, na minha opinião. As duas tinham que ter espaço. Eu sou mais louco que todos vocês. Eu acho que o nazista tinha que ter o partido nazista, reconhecido pela lei”, disse o apresentador.

Tabata rebateu o comentário e falou que a “liberdade de expressão termina onde a sua expressão coloca em risco a vida do outro”. “O nazismo é contra a população judaica e isso coloca uma população inteira em risco”, afirmou a parlamentar.

Monark pede desculpa e diz que estava bêbado quando defendeu existência de partido nazista

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Após a repercussão negativa de sua fala, Monark publicou um vídeo de oito minutos dizendo que ela foi tirada de contexto e que ele considera o nazismo abominável.

O podcaster argumentou no vídeo que defende a liberdade de expressão para “saber quem é idiota para que a gente possa ou educar essa pessoa, se for possível afastar essa pessoa e, se ela estiver cometendo um crime, punir essa pessoa”. “É muito mais fácil descobrir quem ela é se a gente deixa ela falar”, ele argumentou. Ele também se disse vítima da “cultura do cancelamento”. Veja o vídeo.

Depois ele publicou um novo vídeo dizendo que errou e que pediu desculpas. Monark afirmou que estava bêbado durante o programa, pediu compreensão e convidou pessoas da comunidade judaica a ir ao seu programa conversarem com ele e explicarem mais “sobre toda a história”.



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Fonte: Pop & Arte