Caixa almeja desbancar Bradesco no crédito para o agronegócio em até 3 meses

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A Caixa Econômica Federal quer aproveitar o mal-estar entre pecuaristas e o Bradesco para expandir os negócios da estatal. Em julho, o banco público terá uma cartada poderosa: uma linha de crédito, a taxas menores, para pequenos produtores dos rincões brasileiros com faturamento anual de até R$ 250 mil. A informação é do colunista da Revista Oeste Bruno Meyer.

A Caixa teve uma subida quase meteórica no agro em três anos. Em outubro de 2019, o banco ocupava a oitava colocação no segmento com míseros 2% no share dentre as instituições. Em novembro de 2021, saltou para o terceiro lugar, com 15% do mercado. O líder é o Banco do Brasil. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse em reunião essa semana para vice-presidentes que almeja a liderança do mercado de agronegócio do Brasil até 2023.

Essa nova linha de crédito surge cerca de um mês depois de o Bradesco ter arranhado a imagem com o público-alvo. Um vídeo publicitário para promover um aplicativo do banco que calcula pegadas de carbono foi tirado do ar após irritar o agronegócio e levou o presidente do Bradesco a se retratar. Diversas associações, federações e sindicatos emitiram notas de repúdio e ameaças de fechamento de contas. Não ficaram só nas ameaças. A Caixa e o BB viram um aumento de novas contas no setor nos últimos dias de 2021.

Com 4,2 mil agências atualmente, a Caixa vai abrir mais 300, sendo 100 exclusivas para o agronegócio, sem porta giratória, uma em cada Estado brasileiro, para servir de relacionamento ao pequeno, médio e grande produtor. Executivos do banco, incluindo o presidente, identificaram o Espírito Santo e Santa Catarina como regiões de maciços pequenos agricultores, que praticamente nunca receberam auxílio.

Leia outras notas na coluna de Bruno Meyer publicada na Edição 97 da Revista Oeste



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Fonte: R7