Suspeito de assassinato em festa infantil em Pinhais morre em confronto

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Um homem suspeito de participar do assassinato de Ricardo Luis Hortz Marodin (Kinho), durante uma festa infantil na noite de 7 de novembro, em Pinhais, morreu em confronto na cidade de Pontal do Paraná, no Litoral do estado. O caso aconteceu na noite desta segunda-feira (22) após a polícia descobrir a localização do suspeito, que rompeu a tornozeleira eletrônica.

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Suspeito foi identificado como Gabriel Alves Pacheco. Foto: Divulgação/PM

As equipes do BPChoque (Batalhão de Polícia de Choque) patrulhavam pela cidade litorânea quando foram acionadas. Elas receberam informações de que o homem estava envolvido em diversos assassinatos.

De acordo com a polícia, as equipes foram recebidas a tiros ao chegarem no local indicado. Houve o confronto e o homem foi baleado. As equipes de resgate foram acionadas, mas o rapaz não resistiu aos ferimentos.

Com o suspeito, os policiais encontraram uma pistola 9 milímetros (mm) com seletor de rajadas, 37 munições e três carregadores, além de 24 gramas de maconha e uma balança de precisão.

“Durante a intervenção, ele portava uma pistola de calibre restrito com alto poder de utilização. Ela tinha um seletor de rajada que transformava a pistola em uma submetralhadora”, iniciou o major Siloto, comandante do BPChoque, à reportagem da Banda B.

O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Paranaguá.

Vinganças e brigas entre quadrilhas

O suspeito foi identificado como Gabriel Alves Pacheco, sendo conhecido como ‘Pachequinho’. Além de existir a suspeita de sua participação no assassinato de Kinho, a polícia também afirmou que Gabriel era alvo de uma vingança de um crime ocorrido no bairro Cajuru, dois dias após o assassinato em Pinhais.

“As informações dão conta de que ele tinha envolvimento neste homicídio. Mas, a autoridade policial, através da investigação, do inquérito policial, vai, juntamente com a arma que foi entregue, verificar qual o real envolvimento dele nesta situação”, disse o major sobre a morte de Kinho.

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O material apreendido com o suspeito do assassinato durante uma festa infantil em Pinhais. Foto: Divulgação/PM

Naquele dia, duas pessoas foram assassinadas. Mas, de acordo com as investigações, o alvo dos atiradores seria também Pachequinho, que, na ocasião, não estava no carro.

Operação Ostentação

Ele também era alvo da Operação Ostentação, feita pela PM em 12 de novembro, que tinha como objetivo prender membros de quadrilhas rivais ligadas ao tráfico de drogas.

“Foi uma grande operação da Polícia Militar (PM). Foram cumpridos diversos mandados de busca e apreensão, e prisões nas cidades da Região Metropolitana de Curitiba e no Litoral do Paraná. Na época, ele não foi localizado, mas a PM continuava as buscas para encontrá-lo”, finalizou o major Siloto à Banda B.

Nesta operação, uma mulher investigada por suspeita de ser uma das líderes de uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas foi presa. Conhecida como ‘trafigata‘, a mulher seria, de acordo com a polícia, responsável por organizar, receber e repassar a droga desta quadrilha.

A mulher era a esposa de Kinho, apontado como líder deste grupo criminoso.



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Fonte: Banda B