Oito pessoas são presas por tráfico de cocaína pelo Porto de Paranaguá

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Oito pessoas foram presas temporariamente no litoral do Paraná e na região metropolitana de Curitiba por envolvimento em um esquema de tráfico internacional de drogas por meio da estrutura do Terminal Portuário de Paranaguá, na manhã desta sexta-feira (27).

Oito pessoas são presas por esquema de tráfico de cocaína por meio do Porto de Paranaguá
Foto: Divulgação.

O cumprimento dos mandados de prisão foi em Paranaguá (6), Matinhos (1) e Piraquara (1), além de nove mandados de busca e apreensão. Também foram decretadas medidas patrimoniais de sequestro de imóveis e bloqueio de valores existentes em contas bancárias e de aplicações financeiras.

A ação faz parte da Operação Reach Stackers, deflagrada pela Polícia Federal (PF), em parceria com a Receita Federal (RF). Conforme as investigações, o grupo fornecia informações privilegiadas sobre posições, rotas e cargas dos contêineres, para subsidiar organizações criminosas em ações no Porto de Paranaguá.

Os envolvidos também praticavam uma modalidade conhecida internacionalmente como “Rip On/Rip Off”. Nela, eles movimentavam os contêineres de forma a possibilitar a inserção dos carregamentos de cocaína dentro do pátio do terminal portuário.

A carga então era clandestinamente transportada em navios, sem o consentimento do exportador e da administração do Porto, como comenta o delegado da PF, Sérgio Luís Stinglin de Oliveira.

“Eles tinham uma função importante dentro do esquema de tráfico internacional, que era identificar os contêineres que tinham o destino de interesse da organização criminosa, e movimentar esses contêineres dentro do pátio, de maneira que viabilizasse a inserção da cocaína nos seus interiores”,

revela.

De acordo com Oliveira, além de colocar o contêiner no chão, para que recebesse a cocaína, eles o movimentavam. “Colocavam em um local de díficil acesso, para dificultar a ação dos órgãos de controle.”

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico transnacional de entorpecentes, com penas que podem chegar até 25 anos de reclusão para cada ação perpetrada, bem como pelos crimes de organização criminosa e de associação para o tráfico, que podem chegar a 24 anos de reclusão.

Braço da Operação Enterprise

A operação foi batizada de Reach Stackers em alusão ao equipamento de mesmo nome utilizado em terminais portuários para o deslocamento de contêineres. Ela é um desmembramento da Operação Enterprise, da PF, ocorrida em novembro de 2020 em diversos estados do país e no exterior.



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Fonte: Banda B