Mario Frias sugere que Paulo Gustavo não morreu de Covid-19

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Secretário de Cultura revelou que recebeu uma informação pelo telefone que foi taxativa: “Problema do Paulo já não é Covid há muito tempo”

Reprodução/YouTube/Eduardo BolsonaroMario Frias afirma, em transmissão com o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que o ator Paulo Gustavo não faleceu em decorrência da Covid-19

O secretário de Cultura, Mario Frias, participou de uma transmissão ao vivo na noite da última segunda-feira, 14. Na ocasião, Frias insinuou que o ator Paulo Gustavo não teria morrido em decorrência da Covid-19. Segundo o político, o telefonema de uma amiga o alertou sobre a possibilidade das complicações de Paulo não estarem relacionadas ao vírus. “Falei com essa amiga mais de uma hora no telefone. Foi um telefonema bem emocionado, a gente estava ali consternado com a situação do Paulo e tal. E lá pelas tantas do telefonema, ela já chorando, falou: olha, o problema do Paulo já não é Covid há muito tempo. Veja bem o que eu estou falando: o problema do Paulo já não é Covid há muito tempo. Então, nesse telefonema que eu nunca abri para a imprensa, nunca abri para ninguém.”

O membro do governo Bolsonaro alegou que a situação de Paulo era “muito debilitada”, segundo a interlocutora que não teve o seu nome revelado. “Então ela me contou que ele estava num processo já muito debilitado, ele estava respirando por aparelhos, naquela máquina que faz quase uma hemodiálise, que fica passando o sangue pelo organismo. A situação dele era muito grave. Palavras dela: já não é Covid há muito tempo. Essa amiga depois do falecimento dele fez campanha, chorou, xingou o presidente, fez aquele papelão ridículo de quem pro público faz uma coisa e na vida real faz outra, que é muito hábito de artista.” O vídeo transmitido para mais de 30 mil pessoas tinha o objetivo de discutir, junto ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e ao Secretário Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, André Porciuncula, o projeto de Lei Paulo Gustavo, que procura liberar mais de R$ 3,5 bilhões para o setor da Cultura. O objetivo seria reduzir os impactos econômicos sofridos pelo segmento durante as paralisações comerciais na pandemia da Covid-19.



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Fonte: Jovem Pan