Elza morreu no mesmo dia que Garrincha, 39 anos depois

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Cantora conheceu o jogador em 1962, mas só oficializou a união com o craque em 1966; a união durou 16 anos e casal teve um filho, que foi apelidado de ‘Garrinchinha’

Arquivo/Estadão ConteúdoCasal se conheceu em 1962, mas só oficializou a união em 1966

A cantora Elza Soares morreu aos 91 anos de idade na tarde desta quinta-feira, 20, em sua casa, na cidade do Rio de Janeiro, por causas naturais. Trinta e nove anos antes, no dia 20 de janeiro de 1983,  o jogador de futebol Garrincha, o qual Elza classificou como “o grande amor” de sua vida, morreu na mesma cidade. Elza conheceu Garrincha em 1962 e começaram a se relacionar enquanto o jogador ainda era casado com outra mulher. Depois de um ano, Elza deu um ultimato, pedindo para que ele a assumisse, ou então iria deixá-lo. Depois de meses, ele disse ter saído de casa e os dois mantiveram um relacionamento escondido. A oficialização da união só aconteceu em 1966. Após a morte da esposa anterior do jogador, Elza também adotou as seis filhas de Garrincha do outro casamento.  Juntos, eles tiveram um filho: Júnior apelidado de Garrinchinha, que morreu em um acidente de carro em 1986, aos 9 anos de idade.

Ao longo da relação, Garrincha passou por problemas pelo consumo excessivo de álcool, prometendo a Elza que ele pararia de beber quando Júnior nascesse, o que não aconteceu. Em 1982, depois de 16 anos de casamento, a relação dos dois chegou ao fim após uma série de agressões físicas, traições e problemas causados pelo alcoolismo do jogador. Elza passou a adotar o nome de solteira e abriu mão da pensão a qual teria direito, brigando apenas pela pensão de seu filho. A guarda da criança também foi disputada, mas a cantora obteve uma decisão favorável.  Mesmo separada, Elza sofreu com a morte do jogador em 1983 após uma crise hepática. Em 2018, durante uma entrevista ao Conversa com o Bial, Elza relembrou a relação dos dois: “Eu sonho muito com o Mané. O maior amor da minha vida foi ele”. Além disso, ela falou sobre a Copa de 1962, quando Pelé se contundiu e Garrincha se tornou o destaque da seleção. “Ele me prometeu e disse: ‘Olha criola, essa Copa eu vou dar pra você, vou fazer gol pra você’”, continuou Elza.



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Fonte: Jovem Pan