Studio: moderno para morar e seguro para investir

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Modernos e práticos, os studios já se consolidaram como uma tendência nos grandes centros do Brasil e do exterior. No momento em que o mercado imobiliário nacional vive um período de reaquecimento, este modelo de apartamento vem atraindo o interesse não só de quem pretende morar, mas também de quem quer investir.

O studio é um imóvel compacto que tem entre suas principais características a baixa metragem e a boa localização. Em geral, são situados em regiões que possuem uma infraestrutura completa de comércio e serviços, o que facilita o acesso e a mobilidade dos moradores.

Também é comum que os condomínios de studios tenham espaços compartilhados, como área de lazer, lavanderia, coworking e academia de ginástica, que funcionam como uma extensão dessas moradias.

Este tipo de imóvel tem como público-alvo pessoas que moram sozinhas e casais. De acordo com os especialistas do mercado imobiliário, os mais jovens têm se mostrado os mais interessados nesse modelo de apartamento, sobretudo, aqueles que se mudam para estudarem e trabalharem nos grandes centros.

Considerando essa demanda, os studios entraram no radar dos investidores. A oferta de imóveis para investimento em São Paulo inclui esse modelo de apartamento em diferentes bairros da capital paulista, considerada o maior mercado imobiliário do país.

Características do investimento

O investimento em imóveis é uma alternativa para quem planeja criar ou aumentar o patrimônio, sendo uma estratégia para longo prazo, segundo avaliação da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin). Além da renda mensal do aluguel, o proprietário poderá contar com a valorização do ativo.

De acordo com a Abefin, na hora de investir é necessário avaliar a segurança, a rentabilidade e a liquidez da operação. O investimento em imóveis é considerado seguro e pode oferecer um retorno financeiro interessante, mas tem baixa liquidez, o que significa maior dificuldade para resgatar o valor total investido.

Por isso, a Abefin alerta sobre a importância de diversificar a carteira. Quem investe em imóveis deve alocar parte dos recursos disponíveis em outros produtos financeiros que tenham maior liquidez.

Fotos: REM Construtora/Divulgação
Conhecimento sobre o mercado

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) compara o investimento no mercado imobiliário com a Bolsa de Valores, considerando que ambos enfrentam oscilações e exigem conhecimento do investidor para definir o melhor momento de investir.

Nesse sentido, é aconselhável avaliar o contexto e as projeções do mercado. Desde que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a taxa de juros Selic para a mínima histórica de 2% no ano passado, facilitando o acesso ao crédito, o setor imobiliário vive um período de aquecimento da oferta.

De acordo com o departamento de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), a cidade encerrou o mês de julho deste ano com 47.054 novas moradias à venda, um aumento de 60% em comparação com julho do ano passado.

Mesmo com o aumento da Selic, que chegou a 6,25% em setembro deste ano, as perspectivas são otimistas. Isso porque o avanço da vacinação contra a Covid-19 tem promovido a retomada das atividades econômicas e o processo de incorporação de tecnologia e a digitalização do mercado imobiliário têm facilitado o acesso dos clientes às ofertas.

Todas as nossas reportagens estão em constante atualização. Quem entender (pessoas físicas, jurídicas ou instituições) que tem o direito de resposta acerca de quaisquer de nossas publicações, por ter sido citado ou relacionado a qualquer tema, pode enviar e-mail a qualquer momento para plantaodoslagosrio@gmail.com

  • ©Plantão dos Lagos
  • Fonte: Experta Media
  • Fotos: divulgação