Relator dá parecer favorável ao projeto que prorroga desoneração da folha de pagamentos até 2023 | Política

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A sessão foi agendada na última terça-feira (7), após o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ter se reunido com representantes dos 17 setores abrangidos pelo projeto. Esses setores são os que mais geram empregos no país e pediram que a votação acontecesse ainda nesta semana.

A desoneração permite às empresas substituir a contribuição previdenciária, de 20% sobre os salários dos empregados, por uma alíquota sobre a receita bruta, que varia de 1% a 4,5%.

O projeto abrange os setores da indústria têxtil; calçados; máquinas e equipamentos; proteína animal; construção civil; comunicação; transporte rodoviário; e outros.

>>> Veja mais detalhes sobre a votação no Senado no vídeo abaixo:

Senado vota prorrogação da desoneração da folha de pagamento

Senado vota prorrogação da desoneração da folha de pagamento

No relatório, Veneziano não fez alterações ao texto aprovado pela Câmara e rejeitou a única emenda apresentada até a última atualização desta reportagem – o prazo segue aberto até as 14h.

A emenda pedia a inclusão do setor de fundição no rol das empresas beneficiadas pela desoneração da folha. O relator, ao negar o pedido, ressaltou a “premência do tempo” e argumentou que seria mais apropriada a apresentação de um projeto de lei para avaliar a medida.

Veneziano ressaltou também que, com o aumento da vacinação contra a Covid-19 e a consequente redução de média de novos casos, “o reaquecimento da economia impõe estímulos fiscais e a prorrogação (ou manutenção) dos já existentes”.

“Assim, ressaltamos que a desoneração proposta neste projeto já consta historicamente em nosso ordenamento e, com a aprovação desta Casa, continuará a atender os mesmos setores”, afirmou o relator no parecer.

“Ainda vivemos altos índices de desemprego, a subocupação e desalento. Neste sentido, a não prorrogação da desoneração da folha criaria óbices para a retomada de empregos”, acrescentou Veneziano Vital do Rêgo.

O relator ainda defendeu que, no lugar de “medidas paliativas e temporárias”, o Congresso passe a se debruçar sobre o debate de “medidas reais e permanentes” de estímulo ao emprego e à economia do país e citou, entre as ações, a necessidade de uma reforma tributária.

O projeto da desoneração da folha foi aprovado pela Câmara dos Deputados em 17 de novembro e, desde então, aguarda a análise dos senadores.

O presidente do Senado decidiu que o texto será votado diretamente no plenário, isto é, sem a necessidade de passar por comissões.

A desoneração acabaria em 2020, e o Congresso Nacional aprovou a prorrogação até o fim de 2021.

O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, vetou a prorrogação, mas o Congresso Nacional derrubou o veto, o que, na prática, estendeu a desoneração até o fim de 2021.

Cabe aos parlamentares analisar vetos presidenciais a trechos de projetos aprovados pelos legislativos. Deputados e senadores podem manter ou derrubar a decisão do presidente da República.

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Fonte:G1