Quarentena fará com que vacina seja eixo da nova política de fronteiras, diz diretor da Anvisa | Blog Ana Flor

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O diretor da Anvisa Alex Machado Campos, responsável pela Quinta Diretoria do órgão, que responde pela área técnica de Portos, Aeroportos e Fronteiras, afirmou ao blog nesta quinta-feira que, a partir da portaria publicada pelo governo, a “vacina torna-se o eixo da nova política de fronteiras” no Brasil.

“Nos termos em que foi publicada, a portaria constitui um significativo avanço”, disse.

“Com o vacina e teste antes do embarque, temos uma política sanitária mais segura e alinhada com o resto do mundo”, afirmou Campos.

Segundo ele, vai haver na prática um desestímulo para que viajantes não vacinados entrem no Brasil.

“No modal aéreo, onde há grande sensibilidade, a vacina passa a ser o principal instrumento. Para o viajante, é muito mais prático, mais barato e duradouro portar o certificado de vacina. Do contrário, dependerá de quarentena e teste, submissão a eventual fiscalização do estado, risco de adoecimento, um verdadeiro ônus para o viajante”, afirmou.

Segundo o diretor, as aereas devem cobrar o comprovante de vacina no embarque e, na imigração, já no Brasil, as autoridades, incluindo a Polícia Federal, Receita e Anvisa, podem e cobram os requisitos exigidos.

Antes do voo, o viajante deve preencher a Declaração de Saúde do Viajante, também é requisito de embarque e entrada, formulário eletrônico em que o viajante informará se é vacinado ou se não vacinado.

Se não for vacinado, Deve declarar onde cumprirá a autoquerentena. “Esses viajantes (não vacinados) são mapeados para abordagem específica em solo. É um trabalho enorme de inteligência regulatória para mapear todos os viajantes, mas com os certificados de vacina esse trabalho dever ser fluido, pois ao conferir o passaporte, o agente de fronteira pode conferir o certificado de vacinação”, diz.

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Fonte: G1