Gasolina é mais competitiva, apesar da queda de preço do etanol – Notícias

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A gasolina foi mais competitiva em todos os estados e no Distrito Federal na semana entre 30 de janeiro e 5 de fevereiro, apesar da queda do preço médio do etanol hidratado, mostra levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).


Os critérios consideram que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, deve ter um preço-limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.


Na média dos postos pesquisados no país, o etanol está com paridade de 74,40% ante a gasolina.


Os estados com paridade mais próxima dos 70% são Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo, em 70,99%, 71,87%, 73,73% e 73,92%, respectivamente – esses são os únicos registros abaixo de 75%.

O preço médio do etanol hidratado caiu em 19 estados e no Distrito Federal. Em outros 6 estados, os preços subiram, enquanto no Amapá a cotação permaneceu estável.


Nos postos pesquisados pela ANP em todo o país, o preço médio do etanol caiu 1,38% na semana, em comparação com a anterior, de R$ 5,007 para R$ 4,938 o litro, fechando abaixo do patamar de R$ 5/litro.


Em São Paulo, o estado com a maior produção e o maior consumo, e com mais postos avaliados, a cotação média do etanol hidratado ficou em R$ 4,706 o litro, ou seja, houve queda de 1,73% em comparação com a semana anterior (R$ 4,789).


O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,999 o litro, em São Paulo, enquanto o menor preço médio estadual, de R$ 4,665, foi registrado em Mato Grosso.


O preço máximo, de R$ 7,699 o litro, foi verificado em um posto do Rio Grande do Sul. O maior preço médio estadual também foi do Rio Grande do Sul, de R$ 6,490.


Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no país caiu 2,47%. O estado com a maior queda no período foi o Rio Grande do Sul, onde o litro se desvalorizou 6,09% no mês.


Na apuração semanal, a maior queda percentual de preço, de 2,88%, foi observada na Bahia; e a maior alta, de 2,50%, aconteceu no Rio de Janeiro.

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Fonte: R7