Dólar opera em queda e chega a R$ 5,15 | Economia

Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on whatsapp

[ad_1]

O dólar abriu em queda nesta quarta-feira (16), dando sequência à série de perdas da moeda frente ao real este ano, com o mercado repercutindo alívio nas tensões entre Rússia e Ucrânia e continuando a enxergar retornos atrativos na moeda brasileira.

Às 9h33, a moeda norte-americana recuava 0,21%, cotada a R$ 5,1693. Na mínima até o momento, chegou a R$ 5,1568 .Veja mais cotações.

Na terça-feira, o dólar fechou em queda de 0,74%, a R$ 5,1802. Foi a primeira vez no ano que encerrou abaixo dos R$ 5,20. Com o resultado, passou a acumular queda de 2,36% no mês e de 7,08% no ano.

Embaixador russo desmente suposta invasão à Ucrânia nesta quarta-feira (16)

Embaixador russo desmente suposta invasão à Ucrânia nesta quarta-feira (16)

Na cena internacional, o foco de atenção segue sendo as tensões entre Rússia e Ucrânia. Nesta quarta, a Rússia anunciou o fim das manobras militares e a retirada de parte de suas tropas na península da Crimeia, reduzindo os temores de uma guerra na região.

Nos EUA, será divulgada nesta quarta a ata da última reunião do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano).

Participantes do mercado tem atribuído a performance do real nas últimas semanas à percepção de que o Brasil está atrativo para novos fluxos de dinheiro estrangeiro, com o patamar elevado dos juros básicos aumentando a rentabilidade do mercado de renda fixa local.

Quanto mais fluxo estrangeiro novo para o mercado acionário local, maior a oferta de dólar e, portanto, mais pressão de baixa sobre a moeda norte-americana.

Analistas alertam que a trajetória de queda do dólar frente ao real pode ser transitória.

“Essa revalorização do câmbio será desafiada, ao longo deste ano, pela expectativa de moderação nos preços das commodities, pelo aumento do juro básico nas economias centrais e pela perspectiva de que a corrida eleitoral brasileira ainda poderá trazer momentos de nervosismo e volatilidade aos mercados domésticos”, alertou a LCA Consultores em relatório sobre o cenário macroeconômico.

[ad_2]

Fonte:G1