Brasil deve produzir mais de 3 milhões de toneladas de feijão

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O Brasil consome cerca de 2,9 milhões de toneladas de feijão, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). E os preços do item tendem a subir, pois os estoques iniciais para a safra 2021/22 são considerados insuficientes no mercado.

Em 2022, o mercado atacadista paulista iniciou firme devido a baixa oferta, e quem precisava comprar o produto acabou pagando preços mais altos, variando de R$ 5 a R$ 20 por saca. Já no  estado do Paraná, que atualmente é o maior produtor do país, em dezembro, a falta de água afetou as lavouras no período de floração (estágio que mais necessita de água), devido ao clima irregular.

Isto deve-se principalmente a uma diminuição acentuada da área plantada com da primeira safra ao longo dos anos.  

De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe), Marcelo  Lüders, “a gente vem plantando cada ano uma área menor. Do ano passado para cá, temos 8% a menos. Tem diminuído a área plantada, e não temos incentivo para plantar feijão. Mesmo assim, o produtor deve investir no feijão, pois a perspectiva é boa durante o ano”.

Aliados a esses três ciclos, o país planeja plantar 2,9 milhões de hectares e deverá produzir mais de 3 milhões de toneladas. A produção no primeiro ciclo deve chegar a 988 mil toneladas, um leve aumento de 1,2%. 

Essa estatística leva em consideração os feijões tipo cores, preto e feijão-fradinho. 

O presidente do Ibrafe ainda avalia que, “nós não temos feijão para chegar até maio. Não adianta chegar no fim do ano com 3 milhões de toneladas se você passou seis meses oferecendo menos feijão do que a população consumiria. Muito se fala sobre queda de consumo de feijão, mas o problema não é queda de consumo e sim queda de oferta”.

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Fonte: R7