BlackRock: investidor nacional terá mais seis ETFs listados nos EUA

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Com o objetivo de sempre franquear aos investidores brasileiros oferta crescente de produtos vinculados aos seus principais fundos de índice, a BlackRock, maior gestora de recursos do mundo, anunciou que disponibilizará seis ETFs de renda fixa listados nos Estados Unidos, por meio do Brazilian Depositary Receipts (BDRs), a serem emitidos pela B3 (B3SA3). A expectativa da companhia é esse mercado deslanche, “à medida que estratégias baseadas em índices ganhem tração no país”.

Potencial dos ETFs – A CEO da BlackRock no Brasil, Karina Saade, observa que “a gestora tem visto ‘sinais promissores’ no Brasil e acredita no potencial de crescimento do mercado de ETFs, independentemente ‘de governo ou cenário macroeconômico’. Na avaliação da executiva, “o investidor brasileiro já despertou para o momento de diversificação de carteira, é uma tendência estrutural, e isso não vai mudar”.

Expansão de ativos – Há pouco de mais de nove meses no país, a CEO explicou que, “num primeiro momento, a gestora está focando em BDRs atrelados a ETFs de títulos públicos”, mas acrescentou que a intenção é “expandir para outros tipos de ativos de renda fixa” e eventualmente, “disponibilizar a brasileiros ETFs listados em bolsas fora dos Estados Unidos”.

Salto de 42% – Segundo a Anbima (Associação Brasileira das Entidades do Mercados Financeiro), somente nos últimos dois anos a indústria brasileira de ETFs cresceu 42%, atingindo um montante de R$ 41 bilhões, mas o detalhe interessante é que, dos R$ 6,9 trilhões investidos nos fundos, apenas 0,6% está associada a ETFs.

O que é? – De acordo com a Wikipedia, ETFs é sigla para “exchange-traded fund” ou fundo de índice, considerado fundo de investimento negociado em bolsa como ação. Em geral, a maioria dos ETFs acompanha um índice, seja ele de ações ou de títulos

Mudanças positivas – A rápida expansão do mercado de ETFs está relacionada a mudanças inseridas, há dois anos, por reguladores, como a permissão de criação de BDRs listados localmente, mas vinculados a ETFs no exterior. O entendimento é que esse mecanismo facilita a ‘listagem cruzada’ dos fundos, além de abrir oportunidade para que investidores de varejo adquirissem BDRs pela primeira vez. Esse mecanismo contribuiu para que o número de investidores Pessoa Física em ETFs passasse de 239 mil para 500 mil, de 2020 a 2021, aponta o diretor da B3, Luís Kondic.

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Fonte: R7